Em um momento em que as pessoas estão se desdobrando para conseguir ter mais renda, diante dos novos avanços da inflação, é importante não só ter bons hábitos de consumo, mas também descobrir as melhores oportunidades de investimento do mercado. Você só está acostumado a lidar com uma caderneta de poupança e tem receio de se arriscar em outras aplicações? Então, este post foi feito sob medida para você. Vamos desmistificar alguns tipos de investimentos que são bem comuns, para que você perca o medo de apostar neles e entenda o que seria mais rentável e apropriado para a sua situação atual. Leia mais e descubra!

Como está a poupança atualmente?

A caderneta de poupança é o investimento mais tradicional e utilizado pelos brasileiros. Isso ocorre devido a seus aspectos de segurança, simplicidade e facilidade de retirada do capital investido. Esta aplicação tem altíssima liquidez, de sorte que você pode sacar o dinheiro quando quiser. Além disso, neste investimento não há cobrança de tributos, como Imposto de Renda, ou taxas administrativas.

O grande problema atual da poupança é que sua baixa rentabilidade não tem sido atraente para os que desejam ter um dinheirinho aplicado a cada mês: nos moldes vigentes, sempre que a taxa SELIC for maior do que 8,5% ao ano, a poupança renderá 6% ao ano, somada à taxa referencial (TR) – que é o índice de juros usado como referência no país. Isso significa que esta aplicação mal cobre o que a inflação tem corroído ultimamente.

Como funcionam os Certificados de Depósito Bancário (CDBs)?

Os CDBs são os títulos de renda fixa que mais recebem aplicação dos brasileiros depois da poupança. Seu rendimento depende da negociação que você fizer com a instituição financeira, usualmente com base em um percentual dos CDIs (Certificados de Depósito Interbancário, que são papéis negociados entre os bancos, para cobrir seus respectivos fluxos de caixa de curto prazo).

Os CDBs podem ser pré ou pós-fixados. Neste caso, o investidor já sabe mais ou menos quanto vai receber ao sacar o capital investido ao fim do período contratado. Mesmo com a incidência de IOF e do Imposto de Renda (na fonte), o patrimônio final será maior com o CDB. Em compensação, você não poderá tirar os valores do banco quando desejar.

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O que são as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs)?

Estes são outros títulos que geram uma renda fixa a cada mês, mas têm base em créditos imobiliários alienados pelas instituições financeiras no mercado, como hipotecas e alienações fiduciárias. As LCIs recebem isenção de Imposto de Renda, como a poupança, mas têm rendimento muito superior. Sua liquidez, porém, é menor: o investidor só pode sacar o montante conforme o prazo acordado em seu contrato com o banco (o que pode durar até dois anos).

O que são as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs)?

Seguindo a linha das LCIs, as instituições financeiras captam recursos para financiar atividades dentro do nicho do agronegócio, cujos créditos são repartidos com os investidores de LCAs. Há prazo para o resgate, isenção de Imposto de Renda e, normalmente, valor mínimo para aplicação.

Falamos melhor sobre Letras de Crédito no artigo LCI e LCA: porque e como investir

O que são os Títulos Públicos?

Mais uma captação de recursos, mas desta vez organizada pelo governo, com o propósito de custear ações e projetos públicos, nas mais diversas áreas (como obras de infraestrutura, educação e saúde). O retorno dos Títulos Públicos é de longo prazo, mas a aplicação oferece melhores rendimentos do que as aplicações anteriores. Além disso, quem investe nestes papéis pode acompanhar, via web, o quanto o capital investido rendeu. Vale alertar que, aqui, há incidência de Imposto de Renda.

Antes de tomar sua decisão, vale a pena avaliar bem cada caso, o quanto você quer investir e a época em que pretende fazer a retirada do seu capital. E então, qual o melhor investimento para você?

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